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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Promoção imperdível de um Viognier


A Casa do Vinho resolveu esquentar o feriado dos amantes do vinho com uma promoção imperdível de um grande vinho: Viognier Château du Trignon 2006.

Este é um vinho produzido na região de Gigondas, na França, e, como o próprio nome diz, é elaborado 100% com a uva Viognier. Tem graduação alcoólica de 14,5%. É um vinho equilibrado e muito aromático. Abundantes frutos de verão, com destaque para as notas cítricas. Seu toque de damasco fresco é um prazer culinário. Versátil, combina até com os pratos mais temperados, menos exóticos como Thai, sushi e camarões BBQ.

O preço da garrafa é R$ 86,00, mas, com a promoção, tudo fica mais interessante para os clientes: na compra de 3 garrafas você ganha 15% de desconto e na compra de 4 ou mais garrafas o desconto passa para 20%. Esta barganha vai até 15/11/2009.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Adegas BH

A Veja lançou em Belo Horizonte a edição 2009-2010 dos melhores da cidade, agora com título Comer & Beber. A primeira parte da revista é a seção Comidinhas, que lista as principais importadoras de vinhos da capital mineira.

A Casa do Vinho, claro, está presente. Nesta edição, sugerimos dois vinhos para os leitores, um espanhol e um italiano. Clique aqui para ver a matéria.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Bordeaux: safra 2009 promete!

Agora é oficial. Após as provas de amostras que a Union des Grans Crus de Bordeaux - entidade que reúne os principais produtores da região - promoveu nesta semana em Londres, os vinhateiros de Bordeaux e a imprensa especializada comemoram a safra 2009 como uma das mais perfeitas da história. As condições climáticas beiraram o ideal, o que inclui longos períodos de seca durante as fases mais importantes de maturação e colheita das uvas. Essa perfeição, todavia, leva a dois desafios. O primeiro, conforme matéria publicada no site da revista britânica Decanter, a vinificação, ou seja, condição de clima ideal, com alto grau de maturação das uvas, facilmente eleva o grau alcoólico da bebida. São esperados vinhos com até 15% de álcool. Isso demanda cuidados especiais nessa etapa para que o excesso de maturação das uvas não esconda sua acidez e o excesso de álcool não cause problemas na sua fermentação, o que poderia gerar vinhos desequilibrados.

A continuação da matéria você encontra clicando aqui.

Texto de Carlos Alberto Barbosa, publicada pelo portal Terra.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nova (e melhor) safra do Burchino


O estilo de vinho dos bons Chiantis costumam conquistar fãs. Na Casa do Vinho, um rótulo que sempre fez sucesso foi o Castellani Burchino Chianti Superiore DOC. Tanto é que as garrafas da safra anterior acabaram antes de chegar a nova importação. E quem já havia provado a safra 2006 vai perceber que a 2007 está ainda melhor.

Castellani Burchino Chianti Superiore DOC 2007, claro, é da região da Toscana, e é elaborado com as uvas Sangiovese, Ciliegiolo e Canaiolo. Um vinho de cor vermelho rubi, com aromas delicados. Intenso na boca, macio, balanceado, com muita cereja, couro e cedro. Perfeito com steaks, assados e filet mignon. "Profundos aromas de frutas vermelhas do bosque, especiarias, ervas e cereja".

Preço: R$ 53,00

E como vem acontecendo nas últimas apresentações de vinhos, estamos fazendo uma promoção interessante: na compra de 3 ou mais garrafas, o cliente ganha 10% de desconto. Promoção válida até 28/10/2009.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Decantar ou arejar?



No crescente mercado de aparatos e traquitanas para a enofilia, um dos mais discutidos e que causa mais embaraço é o decanter. Ter ou não ter? De que tipo? Que vinhos precisam de decantação? A própria palavra decantar anda assustando as pessoas. Para começar a responder é preciso desfazer uma confusão.

Decantar é diferente de arejar. Vinhos antigos, que formaram uma borra, são os únicos a precisar realmente de decantação – o processo de transferência do líquido da garrafa para outro recipiente qualquer, limpo, feito com atenção e cuidado para que o resíduo fique depositado no fundo da garrafa. Isso é trabalho para um sommelier bem especializado.

O que chamamos genericamente de "decantar" deveria ser chamado "arejar". Vinhos muito jovens costumam precisar de uma oxigenação rápida para ficarem mais fáceis de beber. É a aeração, que pedimos ao sommelier para fazer no restaurante enquanto escolhemos o prato.

Fonte: Paladar (Estadão)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Vinho tinto ajuda organismo a ter boa digestão

Não só o vinho tinto é ótimo como acompanhamento de uma boa refeição como também ajuda o estômago a combater moléculas químicas que podem ser nocivas ao organismo. Essa é a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores portugueses.

A equipe encontrou alguns elementos classificados como polifenóis no tinto, que liberam óxido nítrico, substância que ajuda a relaxar a parede do estômago e otimiza a digestão. De acordo com o co-autor da pesquisa, Dr. João Laranjinha, a análise confirmou algumas teorias em estudo desde 1990. Já foi provado que o vinho ajuda a combater inflamações, aterosclerose e diabetes. "Nós começamos a verificar benefícios a partir das primeiras fases da digestão, principalmente no estômago", afirmou Laranjinha.

Enquanto em grandes proporções o óxido nítrico pode ser poluente, em quantidades pequenas pode auxiliar na dilatação de artérias, ajudando o fluxo sanguíneo. Ele ainda consegue relaxar as paredes do estômago, tornando a passagem de nutrientes para o sangue mais simples.

Laranjinha e sua equipe ainda notaram que o vinho tinto contém outra substância, do grupo do etanol, que consegue transformar nitrato em óxido nítrico (nitratos são substâncias que estão ligadas a formação de agentes cancerígenos). "Os maiores componentes do vinho, polifenóis e etanóis, induzem efeitos benéficos através da produção de óxido nítrico", comentou o co-autor da recente pesquisa.

Fonte: Revista Adega

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Promoção de Ouro!


Promoções sempre são boas para incentivar os clientes a provar vinhos que eles não conhecem ou para que cada um possa renovar sua adega com um vinho que já gostou. A promoção que vamos apresentar hoje é muito especial.

Primeiro, porque é um vinho italiano que ganhou Medalha de Ouro no Vins du Monde Paris 2008. E, segundo, porque é um vinho que conquista todas as pessoas que já provaram. Estamos falando do Apollonio Valle Cupa 2003.

É um vinho da região de Puglia, elaborado com uvas 50% Negroamaro e 50% Primitivo. Passa por maturação 12 meses em barricas francesas e depois 12 meses em garrafa. Estilo internacional com abundante quantidade de fruto, amora e cereja, com toques de defumado. Um vinho encorpado, maduro, "mastigável", franco, que dá uma sensação envolvente. Ligeiro final de caça e um tostado de carvalho, que traz também um toque de baunilha. Não filtrado. Rico e opulento, com forte personalidade.

Preço: R$ 65,00

E até o dia 21/10/2009, estamos com a promoção de 10% de desconto na compra de 3 ou mais garrafas.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Casa do Vinho na mídia

Recentemente, a Casa do Vinho foi notícia em dois importantes veículos de comunicação de Minas Gerais, o Jornal Estado de Minas e a Revista Encontro.

No Estado de Minas, o colunista Mário Fontana, um dos mais influentes da alta sociedade mineira, noticiou que a Casa do Vinho vai importar mais de 50 novidades até o final deste ano.

Veja: http://issuu.com/casadovinho/docs/05_coluna_mario_fontana_2509

Já a Revista Encontro publicou em agosto o encarte Encontro Gastrô 2009, citando a Casa do Vinho como uma das mportadoras mais importantes do estado.

Veja: http://issuu.com/casadovinho/docs/04_encontro_gastro_2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Casa do Vinho tem vinho premiado pela ABS

O II Concurso ABS Sud de France premiou com seis medalhas de ouro, nove de prata e dez de bronze os vinhos espumantes, brancos, tintos e rosados da região Languedoc Roussillon, nas categorias Absoluto e Custo/Benefício.

Levaram ouro na categoria Absoluto os vinhos Mas du Solleilla La Clape "Les Bartelles" 2004, da Casa do Vinho de Belo Horizonte, Château Mourgues du Gres Capitelles 2006, da Nova Fazendinha, Crémant de Limoux Rosé Grande Cuvée 1531 Aimery, do Zona Sul, a Bulle Nº1 de Crémant Rosé de Sieur d'Arques, da Winery, Domaine La Grave Merlot 2007 vin de pays de Hauts de Badens, da In Vino. O branco Chardonnay vin de pays d'Oc da Aimery 2008 Sieur d'Arques, do Zona Sul, recebeu a medalha de ouro de custo benefício.

O Júri foi presidido por Euclides Penedo Borges, presidente da ABS, e coordenado por Paulo Decat. Contou ainda com Ricardo Farias, Luiz Malzone, Fernando Miranda, João Fontes, Joseph Morgan e Maria Helena Tauhata. Da seletiva dos vinhos tintos, realizada pela manhã, participaram também Trane Gamboa e Maria Lucília Farias.

Segundo Maria Lucília todos os vinhos estavam em bom nível, mesmo os que não chegaram na grande final que se realizou à tarde. Nenhum foi eliminado por defeito. O objetivo era classificar segundo critérios de qualidade técnica e auferir três níveis de medalha de 80, a 84 pontos medalha de bronze, de 85 a 89 medalha de prata e acima desta nota medalha de ouro.

Segundo os jurados o nível foi bem mais alto do que no ano anterior e os grandes destaques foram para os tintos e espumantes. Os brancos e rosés receberam medalhas de prata e bronze.

Fonte: Vinotícias

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Chegou o tão esperado Mocali Mirus 2006



Durante a Vinhofest 2009, a proprietária da vinícola italiana Mocali, Alessandra Ciacci, trouxe o Mocali Mirus para apresentar aos brasileiros. Foi um sucesso! Agora, o vinho já está nas prateleiras da Casa do Vinho, para a alegria dos mineiros.

Mocali Mirus Rosso di Maremma Toscana 2006 - Região: Maremma/Itália. Uvas: Sangiovese, Merlot, Syrah e Alicante. Cor vermelho rubi intenso. Aroma de cerejas negras, ameixas com toques terrosos e café. Na boca, rico frutado, estrutura sólida, bem balanceado, com taninos agradáveis. Vinho de grande potencial gastronômico. Ideal abrir até uma hora antes de servir, o que mostrará aromas mais profundos e boca com maior complexidade de sabores. "Sua combinação diferenciada de uvas imprime neste vinho toda a raça e potência dos vinhos de Maremma, considerada uma das mais promissoras regiões emergentes da Itália. Definitivamente deve ser provado"
Preço: R$ 130,00

Para comemorar, a Casa do Vinho está fazendo uma promoção de lançamento. Na compra de três ou mais garrafas, o cliente ganha 10% de desconto. Esta promoção vai até 14/10/2009.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vinhos Sud de France

Em comemoração ao Ano da França no Brasil, a Casa do Vinho realizou, no último sábado, uma degustação de vinhos da região do Languedoc, para 40 clientes e amantes dos vinhos da região. O evento faz parte do Festival Sud de France, que está sendo realizado também em São Paulo e Rio de Janeiro, e contou com a presença do francês Laurent Mingaud, proprietário da vinícola Sieur d'Arques, que explicou todas as características da região e orientou a degustação, e de Rogério Rebouças, organizador do Festival.

Na foto, Rogério, Laurent, e, da Casa do Vinho, André e Luiza Martini


Os vinhos degustados foram os brancos Sieur d’Arques Limoux 2006, Clocher de Gardie Jacques Siré 2007, Château Camplazens Viognier 2006, os tintos Sieur d’Arques Limoux 2006 e Mas du Soleilla Petit Mars 2006, e o vinho de sobremesa Muscat de Saint Jean de Minervois. A degustação foi harmonizada com uma brandade de bacalhau e um cassoulet, dois pratos típicos da região do Languedoc, preparados pelo chef Gabriel Carvalho, do Sapore D'Italia.


Sieur d’Arques Limoux – 2006 (branco) - Região: Limoux/ Terroir mediterrâneo/ França. Uvas: 100% Chardonnay. Grande prazer em descobrir na boca a persistência deste vinho que harmoniza perfeitamente um ataque amplo, vivo e macio. Cor amarelo pálido com reflexos esverdeados; bouquet intenso e complexo de flores brancas, especiarias e baunilha. Na boca é concentrada com boa estrutura. Servir com carnes brancas e bons queijos. Medalha de Ouro - Paris 2008.

Clocher de Gardie Jacques Siré – Toques et Clochers 2007 – Região: Limoux / Terroir mediterrâneo / França. Uvas: Chardonnay. Vinho em barrica da excelente safra 2007 disputado através de leilão. Vinhas velhas, com baixo rendimento, dão origem a um vinho muito especial. Aromático, caracteriza-se pelas frutas maduras, riqueza de sabores, com bom corpo e untuosidade na boca. Encorpado, longevo, pode ser guardado por mais de 8 anos. Vinho “cult”, disputado por consumidores e colecionadores

Château Camplazens Viognier 2006 – Região: Languedoc /França – Uva: 100%Viognier Colheita selecionada com menos de 1 tonelada por acre. Fermentação em tonel de carvalho com estágio de 6 meses Na boca é redondo, com sabor de abacaxi e violeta, presente mineralidade Um branco com charme e caráter.

Sieur d’Arques Limoux 2006 (tinto) - Região: Limoux/Terroir mediterrâneo/França. Uvas: 50% Merlot, 20% Syrah, 20% Cabernet Sauvignon e 10% Grenache. Maturação por 12 meses em barricas de carvalho. Intenso, com cor púrpura escura magnífica. Nariz complexo com notas de geléia de frutos escuros, especiarias doces e trufas. Na boca é elegante, com taninos equilibrados. Servir com carnes vermelhas e de caça. Medalha de Prata - Paris 2008.

Mas du Soleilla Petit Mars 2006 - Uvas: Syrah, Granche Noir e Mourvedre. Bela cor. Aromas de frutas vermelhas escuras, assim como a essência de garrigue. Encorpado e bem estruturado, com grande potencial de envelhecimento, beber agora até 2014. Wine Spectator: 91 pts: “Mastigável, denso, potente e bem elaborado. Sabor de Kirsch, ameixa preta, cereja vermelha e especiarias picantes com intensas notas minerais no final”.

Muscat de Saint Jean de Minervois, já apresentado aqui no blog anteriormente, quando ganhou Medalha de Ouro no Muscat du Monde.

Na foto ficou faltando apenas o Camplazens

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Bolhas dão aromas ao champagne


Pesquisadores da Europa descobriram que as bolhas, que são marca registrada do champagne, servem também para exalar o aroma da bebida. O fluxo de bolhas atua continuamente, transferindo o cheiro agradável do espumante da garrafa para a taça, liberando-o com um efeito similar ao do aerosol. Os estudiosos acreditam que este é o agente maximizante do aroma do champagne, que lhe dá característica única. O dióxido de carbono, que são as bolhas da bebida, sempre foi um dos grandes motivos para a compra do espumante, que causa um estrondo ao ser aberto. O CO2 também é o responsável por levar o álcool à corrente sanguínea mais rapidamente.

O pesquisador Gerard Liger-Belair, da Universidade de Reims Champagne-Ardenne, na França, comentou que gosta muito desse "mecanismo bem sutil que atua sob nosso nariz enquanto bebemos um champagne. Numa única taça, há alimento suficiente para suprir a mente, e prazeres para atiçar os sentidos".

Através de estudos que utilizaram espectrometria de massa em alta resolução, ele e seus colegas descobriram que algumas substâncias responsáveis pelo aroma do champagne são ligadas às bolhas e levadas até a superfície numa concentração maior do que a presente no espumante, o que dá ao consumidor maior percepção do cheiro.

Fonte: Revista Adega