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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Fazendo bonito no Dia dos Pais


O Dia dos Pais está chegando e nós estamos programando uma série de promoções e ofertas para dar várias opções de presentes para esta data tão especial. Os primeiros itens que apresentamos são acessórios espanhóis, indispensáveis para quem gosta de levar seus vinhos para restaurantes, para casa de amigos, confrarias e para eventos de degustação.

1. Bolsa Esfriadora para 6 garrafas: R$ 98,00
2. Bolsa para 6 garrafas em poliéster: R$ 38,00
3. Manga térmica para 1 garrafa: R$ 39,00

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Inverno com cara de verão

Enquanto muitas cidades brasileiras, principalmente as do Sul e Sudeste, curtem os dias frios de inverno, Belo Horizonte parece ter voltado para o verão. O calor presente na cidade de nada faz lembrar a estação mais fria do ano. Este fenômeno atinge em cheio o comércio, que até registra comportamentos curiosos.

Nós, da Casa do Vinho, por exemplo, começamos hoje uma promoção de vinhos brancos aqui no nosso blog para incentivar os clientes mais desconfiados com o clima. O inverno, onde normalmente vendemos mais vinhos tintos, este ano dividirá atenção com os vinhos brancos e espumantes.

Mas voltando a promoção, temos duas novidades, com 15% de desconto:

Aldor Verdejo D.O – Região: Duero/Espanha. Uva: 100% Verdejo - nativa de Rueda. Branco delicado, amarelo pálido esverdeado, límpido e brilhante. Nariz potente e frutado. Paladar fresco, equilibrado e seco, sabor de frutas tropicais e maçã verde; delicado final característico dos verdejos. Persistente. Excelente aperitivo, acompanha peixes e mariscos.
De R$ 38,50, por R$ 32,72

Velenosi Falerio br. 2006 – Região: Marche/Itália. Uvas: Passerina, Pecorino e Trebbiano Teor alcóolico: 12,5%. Cor amarelo palha brilhante. Perfume delicadamente frutado, fresco e harmônico. Gosto seco, fresco, muito agradável. Harmoniza com massas com molho branco, canelone, peixe branco.
De R$ 25,00, por R$ 21,25

terça-feira, 28 de julho de 2009

Muscat medalha de ouro na França


A Casa do Vinho comemora a premiação de mais um vinho de importação exclusiva. O Saint Jean de Minervois 2007 recebeu medalha de ouro na nona edição do Muscats du Monde, uma competição internacional, realizada na cidade francesa Frontignan-la-Peyrade, região de Languedoc-Roussillon.

Esta é a maior competição de Muscats do mundo, onde foram avaliados 210 rótulos de 24 países.

O Saint Jean de Minervois 2007 é um vinho branco doce francês, com aromas de frutas caramelizadas, mel e fino tostado, com notas de doce de casca de laranja. É ideal para acompanhar receitas doces, além de foie gras e queijos de forte personalidade.


SAINT JEAN DE MINERVOIS 2007
Muscat 500ml
Grad. alcóolica: 15,5%
R$ 79,50

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O ritual da degustação

Como prometido há dois dias, hoje falaremos sobre as etapas de uma degustação de vinhos. O mais importante de tudo que vamos falar é que essas atividades são um treinamento para os nossos sentidos e, quanto mais estimulados, mais entendimento do vinho você terá.

Envolve quatro atividades:
- Observação – usando os sentidos para perceber, identificar e mesurar os estímulos.
- Descrição – usar seu vocabulário para revelar as características do vinho.
- Comparação – comparar com vinhos de tipo semelhante usando como referência.
- Avaliação – Sintetizar todas as informações para julgar a qualidade do vinho.

Pode-se imaginar que os experts têm sentidos mais apurados, mas, na realidade, não tem. Nós nascemos com um número fixo de papilas gustativas e receptores sensitivos e é impossível multiplica-los. Poucos são super dotados – supertasters.

Você pode desenvolver a habilidade de decodificar as mensagens gustativas, aprendendo como seus sentidos trabalham e prestando atenção neles durante uma degustação. Além disso, um expert deve desenvolver uma metodologia, um vocabulário e um trabalho para avaliar, descrever e categorizar o vinho.

Vejamos como estes conhecimentos são aplicados na prática:
Ver um expert provando uma série de vinhos é instigante – Levanta a taça, inclina e olha. Gira e cheira. Prova (pequeno gole) e aspira (fazendo um ruído shiii...). Pausa. Cospe. Cheira, prova e cospe de novo. Anota informações da degustação e repete com o próximo vinho.

Quando você examina dois vinhos, também necessita comparar suas características: cor, corpo, final etc. A repetição das etapas ajuda a colecionar dados de cada vinho. Se você vê um especialista degustando, notará:
- quatro sentidos são usados: visão, olfato, gosto e tato. A metodologia do expert utiliza os sentidos ao ver, cheirar, provar (gole) e resumir a experiência além de seu cérebro.
- gira-se muito o vinho na taça pois seus aromas estão presos no líquido, dificultando sua percepção. Ao girar o vinho, você está ampliando a superfície e propiciando maior evaporação do álcool. A evaporação expande os aromas no ar onde seu nariz pode capta-los. Como os aromas representam 75% do caráter e da qualidade de um vinho, aprimorar seu olfato é essencial.
- São dois os objetivos para girar e movimentar o vinho na sua boca Primeiro, leva o vinho ao contato com as papilas gustativas que estão dispersas em sua língua, seu palato e sua garganta. Segundo, movimentar o vinho em sua boca é semelhante a girar o vinho na taça, a evaporação leva os aromas à passagem nasal que conecta seu nariz com a boca. Os sentidos colhidos através da boca são sabores e os que entram na passagem retronasal são aromas. Assim você pode qualificar como “cheirar” o vinho quando está em sua boca.
- o expert cospe o vinho. Assim mantém o cérebro livre do “fogo” de forma a apreciar com mais propriedade. Você pode praticar cuspindo na pia da cozinha.
- há uma pausa depois da primeira prova em torno de 15 segundos ou algumas respiradas, dando tempo para se formar uma imagem do vinho degustado. Também ajuda a relembrar. Imagine esta etapa como uma “gestalt”.
- Não se escreve nada depois do primeiro gole. Seu cérebro depois da cheirar e provar está sintonizado na área sensorial. Logo que você começa a verbalizar suas impressões, seu cérebro troca a sintonia para a área intelectual, dificultando detectar os estímulos adicionais.
- Não se fala, pois os comentários podem influenciar percepções. Quando um companheiro descreve um vinho como tânico antes de você formar sua opinião, estará mais inclinado a experimentar o vinho como tânico.

O que pode parecer complexo e complicado para a maioria nada mais é do que uma metodologia para conhecer profundamente o vinho que está sendo degustado. É o treinamento, a disciplina e a frequência que irão ajudar o amante do vinho ou o expert. Como dissemos anteriormente, o prazer em beber o vinho tem que estar sempre em primeiro lugar!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Campeões de Venda


A partir de agora, teremos em nosso blog uma divertida brincadeira de dicas e indicações de vinhos para todos os bolsos, gostos e curiosidades. Vamos trazer sempre três vinhos diferentes, que serão apresentados sob diversas perspectivas: uvas exóticas, mesma uva e regiões diferentes, vinhos clássicos e outras várias seleções.

E, claro, deveríamos começar da melhor maneira. Escolhemos alguns CAMPÕES DE VENDA, divididos por faixa de preço. São três vinhos maravilhosos que fazem grande sucesso entre os clientes. Então vamos lá!

Até R$ 50 - Château Camplazens La Clape Garrigue 2003
Até R$ 100 - Alempue Pro Gran Reserva
Acima de R$ 100 - Clos Les Remparts 2005

Para quem não conhece, vale a pena experimentar. Quem já teve a oportunidade de provar algum desses vinhos, pode deixar comentários.

Sobre cada vinho:
Château Camplazens La Clape Garrigue 2003 – Região: Languedoc / La Clape / França – Uvas: 60% Syrah, 30% Grenache e 10% Carignan. Reflete características únicas do sul da França com seu sabor terroso e aromas florais. Toques de alecrim e tomilho abrem espaço para ameixa vermelha e um final agradável e macio. Versátil, acompanha frango grelhado, pratos temperados com alecrim, vegetais, ensopados, pizza. Wine Spectator: Smart Buy 89pt; Decanter: Recommended.
R$ 45,00

Alempue Pro Gran Reserva – Região: Valle Central / Curicò / Chile. Uvas: a nobre Cabernet Sauvignon 50%, a sutil Carmenère 25% e a intensa Merlot 25%. Seleção de uvas de vinhedos com mais de 50 anos. Um ano de envelhecimento em tonéis franceses e um ano na garrafa. Cor rubi intensa, aroma de frutas vermelhas, amora, cassis, baunilha, com toque de pimenta. Paladar de frutas vermelhas; leve toque de couro. Maduro, balanceado, bom corpo, sabores tostados e taninos arredondados. Vinho Magazine: 4 estrelas. Acompanha carnes vermelhas, caças queijos e pratos temperados.
R$ 85,00

Clos Les Remparts 2005 - Região Graves / Bordeaux / França. Uvas: Merlot e Cabernet Sauvignon. Nariz complexo e poderoso, tanino sedoso; equilibrado e encorpado. Longo final. Uma das safras mais especiais de Bordeaux dos últimos anos
R$ 120,00

Se você tiver alguma ideia ou quiser sugerir novas comparações e indicações, basta entrar em contato que faremos em nosso blog com maior prazer!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Prazer em primeiro lugar


Já falamos sobre harmonização, mas não poderíamos deixar de falar sobre a degustação do vinho. Antes de começarmos a entrar a fundo no assunto, é preciso lembrar que, antes de tudo, é preciso ter prazer em beber vinho.

Pode-se viver informalmente ou mergulhar fundo no que desperta maior prazer. Se você tem um interesse especial por um determinado esporte, você vibra a cada lance. O mesmo acontece em diversas atividades - pode-se cozinhar, tocar um instrumento, cuidar de plantas. As coisas que você gosta não precisam ser vitais, mas elas fazem a vida mais rica. Aí que o prazer está envolvido e é dessa forma que o amante do vinho aprende a degustar.

Há três diferentes abordagens para provar um vinho:
Primeira: puro prazer – Você encontra um vinho que gosta e compartilha com boa companhia e uma deliciosa comida. É prazer e divertimento.
Segunda: expert (enólogo) – Você examina o vinho. Identifica, descreve e avalia suas características e as relaciona com suas origens. Isto é ciência e exige muito trabalho, esforço e anos de estudo.
Terceira: connoisseur (enófilo) – Você se interessa pelo vinho pelos dois motivos: prazer e conhecimento. Não é mais fácil que a abordagem do expert, mas não conduz à esnobação ou à pretensão. Ela envolve verdadeira apreciação. Você treina seu palato e seu cérebro enquanto se delicia com cada pequeno gole.

Alguns dos grandes prazeres acontecem a partir de suas conexões:
- conexões com pessoas: Preste atenção em como as pessoas que gostam de vinho e comida são entusiasmadas! Como realmente eles se deliciam compartilhando uma “grande” garrafa ou um “belo” prato. Muitas amizades evoluem ou se aprofundam nas degustações.
- conexões com comida: comida e vinho têm tudo a ver. Depois de uma viagem pelas estradas tortuosas da Toscana, alguns amigos e eu fomos a um restaurante em Monterregione que não conhecíamos. A pasta feita em casa, amarelada por gemas, perfumada com ervas. O cordeiro de dar água na boca. E, os Supertoscanos, os Rosso e Brunello de Montalcino!
- conexão com os vinhedos: Quase sempre os vinhedos são localizados em belas áreas e é uma diversão visitá-los. Aliás, hoje, um grande nicho turístico. Você pode ter experiências fantásticas e saborear memoráveis vinhos.
- conexões com a história: Vintages relembram acontecimentos distantes: casamentos, nascimento de filho, mesmo guerra. A história do Brunello.

Em breve, falaremos aqui no blog as etapas da degustação do vinho e qual metodologia para avaliar cada rótulo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Harmonização - parte 3

Já vimos que a harmonização pode ser feita pelo equilíbrio das estruturas e pelo ajuste das sensações. Hoje vamos ver que ela pode ir além, realçando, ao mesmo tempo, o vinho e a comida.

Ou seja, ambos serão melhores quando experimentados juntos, elevando a experiência enogastronômica. Não é por menos que esta é a parte mais difícil.

Um caminho mais curto para atingir este nível é lembrar de alguns conceitos na hora da escolha do vinho.

- Tradição: as combinações clássicas, como champagne e caviar - já citada anteriormente -, cordeiro assado com bordeaux, parmigiano com amarone, ostras com chablis, entre outras, são um curto caminho para acertar, pois elas representam um grande histórico de experimentação.

- Regionalismo: seguindo a mesma premissa do realce pela tradição, associar um prato e um vinho de uma mesma região também é optar por combinações consagradas, como boeuf bourguignone com borgonha tinto (Borgonha), brasato ao barolo com barolo (Piemonte), gaspacho andaluz com manzanilla (Andaluzia) etc.

- Lógica: na ausência de uma combinação clássica ou regional, é preciso usar os princípios de harmonização, visto no post anterior. Não é tão fácil atingir o realce, mas é um jogo prazeroso.

- Fatores externos: um momento especial pode tornar um prato e um vinho uma combinação sensacional, que vai gerar ótimas lembranças. O clima mais frio pede um vinho com maior teor alcóolico. No verão brasileiro, uma boa pedida é tomar um espumante ou um vinho branco bem refrescante à beira da piscina. Tudo isso é muito subjetivo, mas aqui vale a ressalva: o realce virá da experiência vivida!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Harmonização - parte 2

Continuando o assunto harmonização, depois de equilibrar peso do prato e corpo do vinho, chega a hora de equilibrar as sensações entre os dois. Quando se entende o princípio da adaptação cruzada, fica mais fácil harmonizar.

Algumas regras básicas:
- A doçura atenua a acidez, o amargor e o sabor salgado
- O sabor salgado acentua o amargor
- Sal e tanino não combinam
- Gordura ameniza a sensação ácida
- Acidez precisa ser igualada
- Taninos ajustam untuosidade e suculência

Com estes princípios em mente, é possível tanto escolher o vinho a partir da comida, quanto escolher a comida a partir do vinho. Ou seja, conhecendo os atributos de cada um, é possível equilibrar as sensações e estruturas.

Isso pode ser aplicado em outras sensações, como uma comida aromática pedirá um vinho também aromático e uma comida preparada com especiarias deve ser acompanhada de um vinho com intensidade e persistência olfativa.

Amanhã falaremos sobre realce do gosto da comida e do vinho através da harmonização.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Harmonização - parte 1


Hoje vamos começar a falar sobre harmonização entre vinho e comida. Este é um assunto que dá muito pano para manga. Existem combinações clássicas, como caviar com champagne, mas, fora estas, a harmonização pode se tornar um divertido jogo de entendimento e conhecimento, tanto dos pratos quanto dos vinhos.

Existem três fatores principais que devem ser levados em conta para o sucesso na harmonização:
- Peso da comida X Corpo do vinho
- Sensações da comida X Sensações do vinho
- E a melhoria simultânea do gosto da comida e do vinho

Como o assunto é extenso, neste post vamos tratar do primeiro item, que é o equilíbrio das estruturas. O corpo do vinho tem que estar equilibrado com o peso do prato e vice-versa, ou seja, um não pode sobrepor ao outro.

De forma simples, podemos dizer que uma comida leve pede um vinho leve e assim por diante. Vamos a um exemplo: um vinho encorpado ajusta-se com uma comida pesada, gordurosa, de digestão longa e mastigação repetida (carne de caça com shiraz australiano e cordeiro com bordeaux).

E como em toda regra há exceção, essa não poderia ser diferente. Em algumas situações particulares, o desequilíbrio pode oferecer a harmonização. A exuberância de um prato pode ser atenuada pela discrição de um vinho leve. Este contraste permite que o equilíbrio geral se mantenha.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

G-8 bebe Montepulciano d'Abruzzo


A conferência do G-8, em Áquila, na Itália, começou no dia 8 de julho. No primeiro dia, presidentes e líderes dos países mais ricos do mundo tiveram um almoço regado a um grande vinho da região: Zanna Montepulciano d'Abruzzo Colline Teramane DOCG.

O vinho escolhido não é um privilégio só deles. Nós somos a importadora exclusiva da vinícola Illuminati e contamos com este rótulo em nossas lojas. É um vinho 3 Bicchieri, no Gambero Rosso, que é a pontuação máxima no principal guia de vinhos da Itália.

Vale a pena experimentar!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Degustação vertical de Brunellos di Montalcino

Semana passada, realizamos uma degustação vertical de Brunellos di Montalcino, da vinícola italiana Mocali. A proprietária da vinícola, Alessandra Ciacci, conduziu a degustação. Abrimos garrafas das safras de 94, 95, 96, 97 e 99. Isto só foi possível porque sempre guardamos algumas garrafas de cada safra dos nossos principais vinhos.



Nenhum deles está à venda. Então, como bem lembrou Alessandra, esta foi uma oportunidade única para os 20 enófilos convidados, que puderam avaliar a evolução de cada safra.

Para iniciar nosso encontro, servimos primeiro o Champagne Pierre Gimonet 1er Cru Cuis. Depois, começamos a degustação dos Brunellos, na ordem crescente - do mais novo ao mais velho.

Foi uma noite muito agradável, onde todos tiveram a oportunidade de trocar ideias e percepções, além de ouvir da própria produtora informações a respeito dos vinhos, da vinícola e do processo de vinificação.

As fotos da degustação estão em nosso Flickr, no álbum da Degustação Mocali.

Agradecemos a presença dos nossos convidados, inclusive ao Christovão de Oliveira Junior, que escreveu uma resenha no Belo Vinho.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Appolonio Salice Salentino


Apesar de ainda ter coisas para contar sobre a Vinhofest, a mostra nos deu uma idéia de dica para o blog: o vinho Appolonio Salice Salentino. Isto porque, entre a nossa seleção de vinhos para o evento, alguns dos mais procurados e comentados pelos visitantes eram os rótulos da conceituada vinícola Appolonio (Lecce, Itália).

Na taça, ele apresenta coloração vermelho rubi, com perfume vinoso. Na boca, ele é seco, harmônico, encorpado e estruturado. E como não é um vinho filtrado, o ideal é que ele seja decantado.

Dica de harmonização: pratos com molhos de carne, assados, queijo de cabra, embutidos e presunto.

Segundo avaliação do Robert Parker, “é um estilo moderno de Salice, exibindo um excelente fruto amora e frutos vermelhos assim como terra queimada e alcatrão. 'Mastigável', rústico, denso na boca com boa pureza. Para ser bebido nos próximos 2 ou 3 anos. Engarrafado sem filtragem. Definitivamente deve ser provado”.

RP: 85 pts
Uva: Negroamaro
Graduação alcoólica: 13,5%

sábado, 4 de julho de 2009

Fotos da Vinhofest

O Vinhofest 2009 chega ao fim hoje. Ontem o evento ficou lotado e nosso estande foi um dos mais concorridos.

Fizemos uma brincadeira com os convidados, onde abrimos uma garrafa para degustação às cegas. Cada um poderia provar o vinho apenas uma vez e tinha que advinhar o maior número de informações (uva, país, ano etc.). Quem fizesse maior número de pontos ganhava uma garrafa do vinho. Foi sucesso total!

Hoje estamos inaugurando nosso canal no Flickr, com as fotos do estande da Casa do Vinho no evento: http://www.flickr.com/photos/casadovinho.

Abaixo uma das fotos para verem como estava lotado!


Quem ainda não foi em nenhum dia da Vinhofest, não deixem de ir e de nos visitar!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Casa do Vinho na mídia

Ontem começou o Vinhofest. De acordo com os organizadores, cerca de 400 pessoas - entre especialistas, donos de restaurantes e imprensa - passaram por lá. Hoje e amanhã o evento continua, porém, agora aberto para público geral e apreciadores.

Em breve, postaremos as fotos!

Boa notícia é que hoje saiu uma notícia sobre o mercado de vinhos em Belo Horizonte, no caderno de economia do Jornal O Tempo (matéria da jornalista Ana Paula Pedrosa).

Para ler a notícia no portal, clique aqui.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Vinhofest começa hoje!

A maior mostra de vinhos de Belo Horizonte, a Vinhofest, começa hoje e vai até sábado, no Hotel Mercure (Lourdes). Hoje será exclusivo para profissionais, donos de restaurantes e imprensa. Amanhã e sábado será aberto ao público. Foram confirmados cerca de 400 rótulos de importadoras e produtores, sendo que nós seremos um dos maiores expositores, com mais de 50 rótulos nos três dias.

Confira os vinhos que levaremos:

Dia 02/06

Maia Torrontes (Branco – Argentina)
Rapitalá Piano Maltese Bianco (Branco – Itália)
Ca' Bianca Moscato D'Asti (Branco – Itália)
Espumante Chatel Nouve (Espumante – Argentina)
Rapitalá Piano Maltese Rosé (Rosé – Itália)
Maia Merlot (Tinto – Argentina)
Hacienda del Plata Malbec (Tinto – Argentina)
Alempue Carmenère (Tinto – Chile)
Alempue Merlot (Tinto – Chile)
Callejo 4 meses (Tinto – Espanha)
Matarromera Melior (Tinto – Espanha)
Valdelosfrailles Selection (Tinto – Espanha)
Camplazens Syrah (Tinto – França)
Mas du Soleilla Petit Mars (Tinto – França)
Velenosi Brecciarolo (Tinto – Itália)
Apollonio Elfo (Tinto – Itália)
Apollonio Salice Salentino (Tinto – Itália)
Illuminati Riparosso (Tinto – Itália)
Mocali Fossetti (Tinto – Itália)
Mocali I Piaggioni (Tinto – Itália)
Rapitalá Nero D'Avola (Tinto – Itália)

Dia 03/06
Espumante Chatel Nouve (Espumante – Argentina)
Maia Cabernet Sauvignon (Tinto – Argentina)
Alempue Reserva Cabernet Sauvignon (Tinto – Chile)
Callejo Crianza (Tinto – Chile)
Emina 12 meses (Tinto – Chile)
Chateau Du Trignon Viognier (Tinto – França)
Camplazens La Reserve (Tinto – França)
Mas du Soleilla Les Chailes (Tinto – França)
Barbera D´Alba Parusso (Tinto – Itália)
Apollonio Copertino (Tinto – Itália)
Mocali Suberli (Tinto – Itália)
Mocali I Piaggioni (Tinto – Itália)
Mocali Rosso di Montalcino (Tinto – Itália)
Mocali Brunello di Montalcino Raunate 2001 (Tinto – Itália)
Mocali MIRUS (Tinto – Itália)

Dia 04/06
Maia Torrontes (Branco – Argentina)
Chablis Lamblin (Branco – França)
Muscat de Saint Jean de MInervois (Branco – Espanha)
Espumante Chatel Nouve (Espumante – Argentina)
Maia Malbec (Tinto – Argentina)
Alempue Reserva Carmenere (Tinto – Espanha)
Callejo 4 meses (Tinto – Espanha)
Cyan Prestigio (Tinto – Espanha)
Mas du Soleilla Petit Mars (Tinto – França)
Callejo 4 meses (Tinto – Espanha)
Cyan Prestigio (Tinto – Itália)
Illuminati Zanna (Tinto – Itália)
Apollonio Salice Salentino (Tinto – Itália)
Mocali Suberli (Tinto – Itália)
Mocali I Piaggioni (Tinto – Itália)
Mocali Rosso di Montalcino (Tinto – Itália)
Mocali Brunello di Montalcino2001 (Tinto – Itália)