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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Dicas de James Laube (Wine Spectator)

 A matéria publicada na Wine Spectator de fevereiro de 2012 na coluna de James Laube abre os horizontes dos apreciadores de vinho com dicas e considerações bastante válidas. Segue um breve resumo da matéria.

- Deguste às cegas. A prática remove preconceitos. Além de tirar a influência de fatores como preço e “rótulo” vai melhorar sua capacidade de degustação. Outra vantagem é descobrir que alguns vinhos acessíveis são capazes de fazer frente a outros mais caros.

- Coloque um teto no valor do vinho que pretende comprar. Uma boa estratégia é fixar um preço máximo para 90% dos seus vinhos. Hoje a competição tem aumentado a qualidade e baixado os preços.

- Saia da sua zona de conforto. As opções são muitas, torne a descoberta uma aventura. Se você gosta de um estilo, mas não entende outro, faça uma prova, os estilos estão sempre mudando. Tente aprender sobre novas regiões e castas.

- Evite clubes de vinho. A cada semana aparece um novo. Estes clubes são, na maioria, desova para vinhos que ninguém mais quis, por que você vai querer? Nem sempre a conveniência é a melhor pedida.

- Cuidado com as promoções. Sempre compre uma garrafa primeiro para certificar que você gosta, aí sim aproveite para comprar mais quantidade.

- Procure safras mais velhas, uma ou duas anteriores a atual. É verdade que algumas não vendem devido a questões de qualidade, mas muitos produtores amadurecem seus vinhos por até cinco anos em suas adegas para colocá-los no mercado apenas quando atingem o auge.

- Use taças melhores. Você vai gostar ainda mais do seu vinho quando tomá-lo em taças de design apropriado. Compre um decanter e aere seus vinhos. Nunca provei um vinho que tenha piorado com uma breve decantação. Até mesmo os brancos podem se beneficiar.

- Cuidado com a guarda de vinhos. Vários melhoram com o passar do tempo, mas a maioria não. Vinhos modernos enfatizam o obvio: muitos produtores estão no negócio para vender vinhos e é mais vantajoso que estejam prontos para o consumo. Leve em consideração as garrafas magnum, elas envelhecem melhor.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Fugindo da Folia


Falta pouco para o carnaval, muitos já começaram a contagem regressiva. Mas, nem todos aproveitam o feriadão para cair na folia. Se você for do time que prefere sítio, fazenda, mato, uma praia mais deserta ou mesmo ficar em casa para descansar, o vinho pode ser um bom companheiro.
 
Aproveite o dia livre, sem o corre corre do dia a dia para preparar um almoço gostoso ou mesmo um jantar caprichado. Nos dias de calor uma boa pedida são os pratos mais leves, quem sabe um peixe branco ou ainda um camarão no vapor. Para harmonizar aproveite um espumante brut bem geladinho ou um branco daqueles bem refrescantes. Se optar pelas carnes vermelhas escolha um vinho tinto que se equilibre com a estrutura da carne que for preparar. Lembrete: pratos leves harmonizam-se com vinhos mais também mais leves que podem ser servidos um pouco mais resfriados. Pratos mais pesados pedem vinhos mais encorpados, se o dia estiver muito quente apele para o ar condicionado!

Para quem vai para a praia é indispensável levar um espumante brut mais leve, e bem fresco.

Por falar em espumantes, a Casa do Vinho Famiglia Martini acabou de receber nova importação dos espumantes italianos Iris, sempre campeões de venda. Aproveite!!

Iris Prosecco DOC Spumante Brut – Região: Veneto/Itália. Uvas: 100% Glera (Prosecco). Cor amarelo pálido; fresco, aromático com sabor aveludado e fundo de amêndoas. Alegre, agradável e elegante. Excelente aperitivo.
Iris Grand Cuvée Spumante Brut – Região: Veneto/Itália. Uvas: 100% Glera. Cor: amarelo pálido; Sua acidez equilibrada faz com que fique delicado na boca e muito elegante. Macio, fresco e fácil de beber.
IrisTerre Casonato Rose Spumante Brut – Região: Veneto/Itália. Uvas: 100% Raboso. De cor rosada, perlage intensa é um elegante acompanhamento para sua comemoração. Sabor agradável, fresco e delicado sem perder estrutura. 


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vinitaly 2012

Nova data. Mesma paixão. A exposição de vinhos e destilados mais importante do mundo está de calendário novo, de domingo a quarta-feira, 25 a 28 de Março de 2012, para criar mais oportunidades de negócios para empresas e visitantes especializados provenientes de todo o mundo.


A Vinitaly é o principal evento do setor vitivinícola, a edição 2011 contou com mais de 4 mil expositores, em uma área de exposição de aproximadamente 95 mil metros quadrados, registrando 156 mil visitantes. 

 André Martini em frente a um dos galpões da Vinitaly 2011
Quatro dias de grandes eventos, exposições, degustações e oficinas destinadas a promover o encontro de vinícolas expositoras com operadores do setor, juntamente com uma rica programação que visa aprofundar os temas relacionados com oferta e procura na Itália, Europa e no resto do mundo.

Com não poderia deixar de ser, mais uma vez a Casa do Vinho Famiglia Martini estará presente nesta grande feira. O contato direto com os produtores para melhor avaliação dos vinhos é fundamental. A Casa do Vinho faz absoluta questão de provar todos os vinhos antes da importação para se certificar da qualidade dos produtos que vai colocar no mercado, além de pesquisar novidades para futuras importações. Aguardem!!!

 André Martini (c) e esposa (d) com os produrotes dos espumantes Iris


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Delicada Relação do Vinho e seu Valor

Poucas pessoas são experts em vinhos, mas somos todos experts quando o assunto é dinheiro. A famosa relação qualidade/preço é quase um mito. A primeira pergunta que vem a cabeça quando nos deparamos com um vinho barato é o quanto ele pode ser bom. É uma mistura de esperança de que o preço corresponda com a qualidade com o medo de estar sendo ingênuo. 
 
O preço nem sempre prediz a qualidade. Existe correlação, mas ela é bem mais sutil que o mercado gostaria que você acreditasse. É como um jogo de espelhos, você vê o reflexo, mas este é bastante distorcido pelo modismo, pelo mercado e pela luxúria.

 
O custo de se produzir um vinho, mesmo um grande vinho, é relativamente baixo. Todavia, se você quiser construir uma vinícola pomposa, sofisticada seu gasto será maior e conseqüentemente você terá que cobrar mais por isso. Por exemplo, se você pesquisar a indústria de cosméticos verá que o custo da embalagem e do marketing é maior que o custo do próprio produto. 

 
Antigamente, antes da ciência e da tecnologia vinícola, o mito do vinho bom e barato fazia mais sentido. Muitas das novas regiões produtoras acabam tendo que aumentar o preço dos seus produtos para assim poder mostrar ao mercado o quão bom eles são.
Existe sim a relação de bons vinhos, até bem pontuados a preços acessíveis, mas subindo um pouquinho o nível a relação clássica é o casamento do seu luxo com o valor dele. Hoje, o luxo é tudo no mercado. Estes itens viraram objetos de desejo, de coleção. São a mostra do conhecimento, do status nas melhores mesas.

 
Muitos preferem lucrar mais e investir em vinhos caros que dão maior retorno financeiro explorando este mercado de luxo. O que é real em sua estrutura já que os vinhos mais baratos são bem menos lucrativos.

 
A Casa do Vinho Famiglia Martini optou por um caminho diferente. Além dos clássicos, oferece a seus clientes a oportunidade de adquirir vinhos excepcionais a preços mais acessíveis. A busca pela qualidade é constante até chegarmos a produtores diferenciados que não superfaturam seus produtos buscando aparecer. Nosso objetivo é fidelizar o cliente e mostrar que quem procura mais que um rótulo também vai sair satisfeito com a escolha. 


Fonte: Wine Spectator