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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Brunello di Montalcino - Sua Adega Merece!

Brunello é sem dúvida uma das denominações mais prestigiadas da Itália hoje em dia. O município de Montalcino abriga a maior parte de sua zona de cultivo.
O Brunello em sua forma atual surgiu no final do sec. XIX assim batizado por Ferruccio Biondi-Santi, mas foi apenas nos anos 1980 que o Brunello recebeu o selo de qualidade mais elevado, o D.O.C.G. Com o selo também vieram as regras rígidas para a produção. O vinho só pode ser produzido a partir da casta Sangiovese Grosso, também conhecida por Brunello. Precisa envelhecer no mínimo 2 anos em barricas de carvalho e 4 meses em garrafas (6 meses no caso dos Riserva), mas a maioria dos produtores estende o período de estagio em carvalho. O vinho só pode ser vendido 5 anos após o ano de safra (6 anos para os Riserva).
O resultado não poderia ser melhor! Vinhos densos, robustos, com taninos marcantes, por vezes ainda duros e que podem ser guardados por longos anos. Seus aromas evocam frutas pretas como cerejas, e amoras, chocolate, couro, tabaco e violetas.

Para homenagear este grande vinho, A Casa do Vinho Famiglia Martini importou garrafas em tamanhos especiais de 3 e 5 litros. Um luxo que não pode faltar em sua adega. Como são poucas garrafas, uma exclusividade!!





•    La Rasina – Segundo Robert Parker, os 2 Brunellos de Marco Mantengoli são deliciosos. James Suckling da Wine Spectator DELIROU com o La Rasina, exclamando que esse é "um dos MELHORES produtores em Montalcino hoje!"
La Rasina Brunello di Montalcino 2004  - 3 litros
93 pts Wine Spectator: “No nariz mostra amoras pretas, com toques minerais e de flores secas. Encorpado, com taninos sedosos e final muito, muito longo. Longevo e belo”. Considerada pela Wine Spectator a melhor safra desde 1997.
La Rasina Brunello di Montalcino 2006 - 3 litros
93 pts Wine Advocate: “Maduro com sabores de cerejas secas, ameixa, tabaco, com toque de carne crua. Tem taninos significativos que secam ligeiramente no final, mas também muita fruta doce”; 92 pts Wine Spectator: “profundo, intenso com notas de cerejas pretas, toques minerais e estrato de flores e violetas”; 94 pts James Suckling: “Aromas intensos de mirtilo, cerejas pretas e cogumelos frescos. Encorpado com taninos mastigáveis e final fresco. Vai de mineral a floral e terroso”. Beber de 2014 a 2025.
La Rasina Brunello di Montalcino Il Divasco 2004 - 3 e 5 litros
Wine Spectator: 93 pts: "Adoráveis aromas de tabaco, alcatrão, couro e cerejas, que marcam este Brunello, o qual é tânico e doce, com estes componentes se alternando até o final. Tem excelente harmonia e longo retrogosto. Melhor de 2013 a 2026".

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Puglia - o Salto da Bota

Os vinhos do norte da Itália são conhecidos por sua nobreza. São ricos, complexos, finos e bem elaborados, porém é o sul do país o verdadeiro berço dos vinhos italianos.
A região era referida pelos gregos como ENOTRIA, “terra dos vinhos”. Graças a sua posição geográfica, sofreu influências de vários povos e diferentes culturas, entre elas, a grega foi a mais marcante.
Apesar de grande parte da produção ainda ser de vinhos de qualidade inferior, alguns produtores tem se destacado no mundo do vinho com seus exemplares dignos de apreciação. As condições para obter vinhos de qualidade são quase ideais nesta região, em termos de clima e de castas de uvas autóctones.
A Puglia explora bem suas uvas tintas nativas, entre elas a Negroamaro, a Primitivo e a Malvasia. Entre as internacionais, destaque para a branca Chardonnay.
A casta mais cultivada é a Negroamaro, que dá origem a vinhos escuros, com taninos mais vivos, encorpados e mais rústicos.
A Primitivo também produz vinhos mais encorpados e densos e com acidez mais equilibrada.

APOLLONIO

As vinícolas da Puglia nunca receberam tanta atenção quanto agora. Provar os vinhos Apollonio, no mínimo mostra que esta atenção se justifica.
Muito cuidado é tomado durante a produção e vinificação das variedades de uvas locais para produzir vinhos de estilo único e característico do sul da Itália.
A península de Salento tem verões quentes e secos, mas noites frias como no deserto, que retardam o processo de amadurecimento e desenvolvem complexidade aromática nas frutas. Massimiliano, o enólogo, usa toda sua experiência para combinar técnicas tradicionais com o melhor das práticas modernas para extrair toda a qualidade das frutas e transporta-las para a garrafa.
Seus vinhos são densos, encorpados e marcantes. Não dá para não provar!!


O melhor da vinícola Apollonio você só encontra na 
Casa do Vinho Famiglia Martini.


Apollonio Laicale 2008
Uvas: 100% Chardonnay. Fermentado em carvalho e envelhecido 12 meses em barricas francesas. Encorpado, com aroma frutado, sabor diferenciado com toques de especiarias e baunilha. Pode ser decantado e servido em taça grande.
Apollonio Elfo Salento Rosso 2009
Uvas: 100% Negroamaro. 3 meses em barricas americanas. Boa estrutura, aromas de frutas vermelhas (cereja, ameixa), longo retrogosto.
Apollonio Salice Salentino Doc 2004
Uvas: 80% Negroamaro, 10% Malvasia nera de Lecce, 10% Malvasia nera de Brindisi. Estilo moderno de Salice exibindo um excelente fruto amora e frutos vermelhos assim como terra queimada e alcatrão. “Mastigável”, rústico, denso na boca.
Apollonio Copertino Rosso Doc 2003
Uvas: 70% Negroamaro, 15% Montepulciano, 5% Malvasia Nera di Lecce, 5% Malvasia Nera di Brindisi, 5% Sangiovese. 6 meses em barricas. Encorpado, maduro e muita fruta escura, boa acidez, moderno.

Apollonio Terragnolo Primitivo Salento 2004
Uvas: 100% Primitivo. Abundante fruto de cereja preta e amora, turfa e especiaria. Muito encorpado, exuberantemente frutado. Amplo, rico, concentrado no palato. Concurso mundial de Bruxelas: Gran Médaille d’Or 2010.
Apollonio Terragnolo Negroamaro Salento 2003
Uvas: 100% Negramaro. Maturação: 12 meses em barricas francesas. Sabor intenso. Elegante, com personalidade.
Apollonio Valle Cupa 2003
Uvas: 50% Negroamaro, 50% Primitivo 12 meses em barricas francesas. Estilo internacional, encorpado, maduro, “mastigável”. Rico, opulento e com forte personalidade. Vins du Monde Paris 2008: medalha de Ouro.
Apollonio Divoto Riserva Doc 2001
Uvas: 70% Negroamaro, 30% Montepulciano. Amadurecimento: 24 meses em barricas francesas. Opulento, textura aveludada no palato, equilíbrio, pureza e persistência. Concorso Enologico Internazionale Vinitaly 2009: Gran Medaglia D’Oro.

Apollonio Vigna Vitrilli Grande 1997
Uvas: 50% Primitivo, 30% Aleatico, 20% Negroamaro. Maturação: 72 meses em bariicas francesas. Bouquet com notas de caramelo e passas maceradas em bebida alcoólica. Vinho de meditação. Aconselha-se decantar.  Concours Mondial Bruxelles: Medalha de Ouro. Concorso Enologico Internazionale Vinitaly: Gran Medaglia D’Oro.
Apollonio Mater Terra Passito 2003
Uvas: 100% Negroamaro de velhos vinhedos. Colheita tardia. 2 anos em barricas francesas. Vermelho rubi com reflexos granada; bouquet de frutas vermelhas doces. Na boca, a passa lembra um vinho do porto.