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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Casa do Vinho traz rótulos Schiavenza para o Brasil

Grife de Barolos chega ao País pela primeira vez e com exclusividade pela loja mineira. Novas importações também trazem campeões de venda, como Camplazens, Rapitalá, Mocali, Apollonio e Illuminati

Conheça mais sobre os rótulos das novas importações. Clique sobre a foto para ser direcionado à loja:


                 

 

 

 



  

 













domingo, 3 de março de 2013

Conheça Nossos Produtores - Schiavenza

A Schiavenza atua no território de Serralunga d'Alba desde 1956. A empresa iniciada pelos irmãos Vittorio e Ugo Alexandria agora é gerenciada pelo genro Luciano Pira, engenheiro agrônomo e cellarman, auxiliado pela esposa Maura e o cunhado, Walter. 

No passado a propriedade e as terras circundantes pertenciam ao Barolo Opera Pia; o trabalho foi feito por arrendatários, chamados "schiavenza": de onde deriva o curioso nome da empresa.
Na verdade a empresa estende-se por oito hectares de vinhedos no território de Serralunga d'Alba; possui 15.240 m2 na vila de Monforte d'Alba.

Esta é uma área de Barolos clássicos. Os Barolos aqui são envelhecidos em grandes barris de carvalho eslovenos chamados botte.  São usadas apenas leveduras naturais e os vinhos são fermentados em tanques de cimento. 

Na vinha, Schiavenza não usa pesticida ou herbicida; a colheita é manual.  Sua qualidade é excepcional. Vinhos Schiavenza são elegantes, densos, de personalidade marcante.  

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Conheça Nossos Produtores - Armando Parusso

Região: Itália – Piemonte/Barolo


Há quatro gerações, a família Parusso demonstra sua paixão pela viticultura. Suas propriedades estão situadas entre Castiglione Falletto e Monteforte d’Alba – área nobre de Barolo. Seus vinhos, de grande caráter rivalizam com os Borgonha – favoritos de Marco Parusso. Estão em perfeita harmonia com a expressão do território sendo que seus Barolo só são produzidos nas grandes safras. 

Para comprar os vinhos desse produtor, clique AQUI

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Harmonização - parte 3

Já vimos que a harmonização pode ser feita pelo equilíbrio das estruturas e pelo ajuste das sensações. Hoje vamos ver que ela pode ir além, realçando, ao mesmo tempo, o vinho e a comida.

Ou seja, ambos serão melhores quando experimentados juntos, elevando a experiência enogastronômica. Não é por menos que esta é a parte mais difícil.

Um caminho mais curto para atingir este nível é lembrar de alguns conceitos na hora da escolha do vinho.

- Tradição: as combinações clássicas, como champagne e caviar - já citada anteriormente -, cordeiro assado com bordeaux, parmigiano com amarone, ostras com chablis, entre outras, são um curto caminho para acertar, pois elas representam um grande histórico de experimentação.

- Regionalismo: seguindo a mesma premissa do realce pela tradição, associar um prato e um vinho de uma mesma região também é optar por combinações consagradas, como boeuf bourguignone com borgonha tinto (Borgonha), brasato ao barolo com barolo (Piemonte), gaspacho andaluz com manzanilla (Andaluzia) etc.

- Lógica: na ausência de uma combinação clássica ou regional, é preciso usar os princípios de harmonização, visto no post anterior. Não é tão fácil atingir o realce, mas é um jogo prazeroso.

- Fatores externos: um momento especial pode tornar um prato e um vinho uma combinação sensacional, que vai gerar ótimas lembranças. O clima mais frio pede um vinho com maior teor alcóolico. No verão brasileiro, uma boa pedida é tomar um espumante ou um vinho branco bem refrescante à beira da piscina. Tudo isso é muito subjetivo, mas aqui vale a ressalva: o realce virá da experiência vivida!