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terça-feira, 11 de julho de 2017

A Mosca da Fruta

A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos e desvendou muitas questões intrigantes da ciência.

Geneticamente elas são mais próximas do seres humanos do que gostaríamos de imaginar. E como tem vida muito curta, são baratas e se reproduzem muito rapidamente, são ideais para serem estudadas.

Os estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.

Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.
Os primeiros genes do "jet lag" foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.

Interessante, não é? Só não pode deixar ela cair no vinho!


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Quanto mais velho for o vinho, melhor. Será?

Mitos do vinho é uma coisa que tem de sobra...
Fique esperto e saiba porque mais esse precisa ser desfeito. E para auxiliar, fizemos um infográfico com tempo de guarda aproximado. Baixe, imprima e repasse para os seus amigos!

Tempo de guarda dos Tintos:
http://www.netuna.com.br/clientes/casa-do-vinho/news/2014/maio/destaque2/tempo-de-guarda-tintos.pdf

Tempo de guarda dos Brancos:
http://www.netuna.com.br/clientes/casa-do-vinho/news/2014/maio/destaque2/tempo-de-guarda-brancos.pdf

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Escolhendo garrafas para presente

É muito comum recebermos na loja pessoas querendo indicações de vinhos para presentear. 
A tarefa nem sempre é tão simples. Principalmente se você estiver querendo presentear alguém importante (por exemplo: o seu chefe) que seja um grande conhecedor de vinhos. 

Em compensação, se for um amigo fica bem mais fácil, não é? Por enquanto, a única conclusão é que vinho é sempre um bom presente. Tem sempre um envolvimento pessoal na escolha e isso faz do vinho um presente prazeroso de dar e de ganhar!

Voltando ao dilema principal: como escolher o vinho para presente? 


Bom, temos que levar em consideração alguns fatores:

O gosto de quem vai ganhar: 

Sabe de alguma preferência? Tipo, uva, país? Qualquer informação pode ser útil nesta hora...

Quanto você está disposto a gastar no presente? 

Este é um ponto importante e tem que ser usado como muito critério para conseguir a melhor indicação dentro do seu orçamento. Se não, pode ser um perigo! Em se tratando de vinho, o céu é o limite!

Uma dica legal é usar um tema. Por exemplo: um vinho que remeta a uma viagem que a pessoa tenha feito; a um lugar que ela goste; a uma safra cujo ano seja representativo; etc.

Outra dica é aproveitar para sugerir uma harmonização com o prato predileto. Se for para alguém que goste de cozinhar então... um prato cheio. Pode até aproveitar e se convidar para ver se a harmonização vai realmente funcionar!

As opções são muitas. Não se intimide na hora da escolha, faça dela um momento divertido!


Ainda assim tá difícil? 
Vem até uma loja Casa do Vinho – Famiglia Martini que teremos o maior prazer em te ajudar! 
Está em outra cidade ou mesmo sem tempo? Acesse nosso site e fale direto com nossa sommelière através do chat. 

Nem precisa sair de casa para ter um bom atendimento. 

Venha! Estamos te esperando!

loja.casadovinho.com.br

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Ingredientes indispensáveis para uma cozinha prática

Em cerca de uma década a cozinha passou de pouco usada a indispensável. A busca por qualidade de vida, a ascensão econômica e a já muito concreta realização profissional feminina resultaram no resgate desse ambiente que foi relegado por décadas.

Nota-se isso inclusive na Arquitetura. O cômodo passou a ser destaque e não apenas acessório e abundam apartamentos e casas cujas cozinhas são espaçosas e feitas para reunir muitas pessoas em torno da comida.

Pessoas de todas as idades passaram a cozinhar e dedicar-se àquilo que hoje é tido como prazer e não uma tarefa cansativa e solitária praticada em um ambiente sem graça e isolado.

Apesar disso tudo as pessoas nas grandes cidades continuam perdendo tempo excessivo no trânsito, trabalhando e estudando mais. O resultado é que o tempo dedicado à cozinha no dia a dia pode ser bastante curto ou até impraticável. Por isso é muito importante ter ingredientes coringa à disposição para a maior parte dos dias da semana, quando não se pode "dar um pulinho" no supermercado ou têm-se apenas uma ou duas horas para preparar o alimento.

Veja algumas dicas do que ter em casa. São ingredientes que duram muito e podem ser preparados de inúmeras formas. Também seguem dicas de congelamento para aqueles dias que a gente chega tarde e quer comer alguma coisa rápida e prática.

Ingredientes Secos

- Arroz arbóreo
Esse arroz dá um toque especial em qualquer refeição. Risottos são super versáteis e você pode colocar neles qualquer tipo de ingrediente, desde sobras de carnes até legumes, cogumelos ou queijos. Também fica delicioso apenas com manteiga, como acompanhamento.
Esse arroz pode ser semi cozido e congelado em porções individuais. Isso facilita o preparo nos dias mais corridos.

- Cogumelos secos
Práticos, podem ser hidratados rapidamente no microondas, com água quente (para ser mais rápido) ou água fria. Nunca jogue fora a água da hidratação dos cogumelos! Ela fica incrível no Risotto, em massas ou para cozinhar carnes e vegetais. Congele-a em formas de gelo e depois coloque os cubos juntos em um saco plástico. Então basta pegar a quantidade desejada para o uso naquela ocasião. Outra ótima forma de aproveitar muito bem os cogumelos desidratados é batê-los no liquidificador com a própria água da hidratação e congelar em pequenas porções. Servem para fazer molhos, tortas e o que mais a sua imaginação mandar.

- Temperos, ervas secas, sais
Duram muito e dão um toque profissional aos pratos. Tenha de tudo e use e abuse da sua imaginação na hora de cozinhar. Algumas opções são alho frito, em lascas e em pó, salsicha e cebolinha, molho chimichurri, vinagrete (fica delicioso em sopas), cardamomo (lembre-se de abrir um pouco as bagas antes de usar), sais como o negro, rosa, etc. 

- Macarrão instantâneo
Não é tipo Miojo, mas quase. São pacotes com 500g de macarrão sem aquele tempero suspeito. Não são saudáveis, mas quebram o galho quando se tem pouco tempo e muita fome. Use para fazer sopas ou com molhos à base de shoyo, carnes e/ou vegetais.

- Farinha de milho instantânea
Do tipo Polentina ou Milharina. Perfeita para fazer polenta de forma rápida. E polenta é uma comida pra lá de prática. Você pode cobrir ou rechear com praticamente qualquer coisa e - toque de mestre - gratinar com muito queijo em cima. Em cerca de meia hora você tem um prato muito sofisticado (tente os cogumelos ali de cima com tomates pelados).

Enlatados

- Tomate Pelado
Prático, rápido, perfeito. Basta abrir a lata, cortar ou bater. Junte algumas ervas secas, alho e manjericão e terá um molho incrível para macarrão. Bata no liquidificador com um pedaço de cebola, algumas ervas, sal e azeite de oliva e tenha uma sopa fria deliciosa.

- Azeites
Tenha um extra virgem para usar cru e outro mais comum para cozinhar. Compre uma embalagem maior e divida em pequenas garrafas colocando nelas diferentes tipos de ervas, alho, etc. Use para finalizar os pratos.

- Milho
Ele não precisa ficar restrito às saladas. Bata no liquidificador, acrescente creme de leite e queijo para fazer um belo creme, ou acrescente bastante água para fazer polenta. 

Vegetais

- Batatas
Tanto a inglesa quanto a doce duram muito. A inglesa pode ser deixada na parte menos fria da geladeira. A doce deve ser conservada fora da geladeira. Se você deseja uma batata bem doce, deixe-a tomando sol por vários dias. A baroa dura menos, mas pode ser pré cozida (não deixe que cozinhe totalmente para que possa ser finalizada posteriormente) e congelada em pequenas porções.
Batatas são ingredientes que podem ser usados de muitas formas e em muitos métodos de cocção. Podem ser assadas, cozidas ou fritas, servem como prato principal ou acompanhamento. Batatas doces são particularmente práticas. Corte-as na linha do comprimento com a ajuda de um mandolim, para ficarem bem finas. Asse-as em uma forma grande, sem sobrepor e sem sal ou temperos (esses devem ser colocados no momento de servir). Você pode fazer uma enorme porção de uma só vez, guardar em uma lata bem tampada e pronto! Acompanhamento incrível garantido ou um petisco pouco calórico.

- Gengibre
Deixe fora da geladeira. Use ralado ou picado em carnes brancas. Complementa muito bem o cardamomo nessas carnes.

- Alho
Dura muito e é indispensável. Além de temperar pode também acompanhar muito bem carnes assadas. Corte a cabeça do alho de forma a aparecer somente a ponta dos dentes. Sem tirar a casca, salpique sal e um fio de azeite. Leve ao forno junto com o assado que já esteja preparando por quinze minutos ou até que murche no exterior. Sirva sem tirar da casca. Agora você tem um assado e um acompanhamento incrível!

Congelados

- Carnes
Corte previamente porções individuais. Congele sobre uma tábua de carnes forrada com plástico grosso. Depois de congeladas coloque-as juntas em um pote ou saco plástico. Se quer ainda mais praticidade, tempere-as antes de congelar. Só não coloque sal para que não percam a umidade no momento do preparo. Porções individuais são fáceis de descongelar, econômicas e práticas.

- Massas
Quando se aventurar e for fazer macarrão, nhoque ou pizza, faça sempre um pouco a mais e congele sem molhos ou coberturas. Aí quando você não estiver a fim de cozinhar mas estiver morrendo de vontade de comer algo que você mesmo fez a massa estará te esperando. A massa de pizza deve ser congelada pré assada e o macarrão, depois de bem seco.

- Vegetais
pré cozinhe e congele cenoura, couve-flor, mandioca e outros vegetais que demandam muito tempo de cozimento. As porções devem ser pequenas e não devem ser totalmente cozidas. Dessa forma você termina o processo de cozimento no momento do preparo e eles ficam com o sabor de quem foi preparado na hora. Couve e semelhantes também podem ser congelados crus já picados e prontos para o uso. Dessa forma você consegue comer bem mesmo tendo feito feira há dias.

sábado, 17 de junho de 2017

As rolhas das garrafas

Poucas pessoas pensam duas vezes antes de abrir uma garrafa de vinho. Por ter se tornado tão onipresente, parece desnecessário discutir o método de como abri-lo. Na realidade, os métodos são muitos e variados. Alguns mais simples outros parecem um show de malabarismo.

Tipos de rolhas e alternativas

A grande maioria das rolhas é feita da cortiça (casca do sobreiro), mas existem alternativas para a cortiça padrão, seja por motivos financeiros, ou pela busca da qualidade e da consistência.

Cortiça natural: constituída por um único pedaço de casca de cerca de 24mm de diâmetro, aproximadamente 6mm  mais larga que a parte interna do gargalo de garrafa, mantendo-se ajustada para que a rolha não resseque e contraia. Até hoje, a rolha de cortiça natural é insubstituível como elemento de vedação/respiração. Logo, básica ao se tratar de vinhos de guarda, geralmente tintos, que devem ser envelhecidos nas garrafas e que necessitam do oxigênio, fundamental para a redução dos taninos e formação do bouquet. Neste caso, as garrafas devem se mantidas deitadas para que o vinho, em contato com a rolha, a umedeça, impedindo sua retração que afetará uma vedação adequada.

Rolha aglomerada: feita de aglomerado de cortiça cujos minúsculos pedaços desperdiçados da casca são ligados entre si por colagem. São mais baratas e geralmente mais curtas permitindo também uma produção maior.

Rolha de champagne: ligeiramente maior (31mm) é feita de três peças de cortiça coladas. O cogumelo é feito de cortiça aglomerada e a base (parte que fica em contato com a bebida) compõe-se de dois discos de cortiça sólida. O formato de cogumelo serve para que o consumidor tenha uma boa “pega” no momento da abertura.

Há duas preocupações em relação ao uso da cortiça natural para vedar garrafas de vinho. A primeira é a contaminação fúngica que resulta em sabores e aromas de mofo e papelão molhado. 

Outro refere-se particularmente a rolhas de aglomerado, já que alguns provadores conseguem identificar aroma e gosto semelhante a cola. Além disto, o fato de serem produzidas a partir de muitas cascas diferentes aumenta a chance de contaminação por fungos. 

O número de garrafas contaminadas é cerca de 5%. Por isso, alguns produtores estão optando por métodos alternativos de fechamento. Os dois principais são: as rolhas sintéticas e as tampas de rosca.

As rolhas sintéticas tentam imitar as rolhas de cortiça natural. O debate sobre a eficácia deste método baseia-se no fato de que ainda não há provas que os vinhos engarrafados com este tipo de rolha envelheçam da mesma maneira que os vedados com as de cortiça natural. Outra preocupação é a velocidade com que estes vedantes tiram a proteção de teflon das espirais dos saca-rolhas. 

A tampa de rosca é um método extremamente eficiente de vedação de garrafas com qualquer tipo de líquido. Assim como no caso das rolhas sintéticas, não há provas sobre o envelhecimento de longo prazo, por isso são empregadas, na sua maioria, em vinhos de consumo mais rápido. Apesar da eficiência na vedação, em algumas garrafas podem surgir aromas e sabores de borracha.

Curiosidades sobre a rolha de cortiça:

-   O tamanho da rolha é variável. Quanto mais tempo um vinho precisa ser guardado, mais comprida será a rolha empregada.
-   Uma rolha dura no mínimo 2 anos e pode chegar aos 50.
-   O exame do topo da rolha é importante no processo de qualidade. Uma rolha limpa é sinal de engarrafamento recente. Com o passar dos anos, a rolha torna-se mais escura e sua superfície acumula resíduos e sedimentos. Em um vinho mais velho deve-se tomar cuidado para que a rolha não contenha vestígios de vazamento, sinal de contato com o ar.
-   A rolha de um vinho bem vedado abandona a garrafa de maneira sonora, ao ser extraída.

Algumas conclusões:

Nos vinhos de consumo rápido - curta duração na garrafa, comercializados a preços mais acessíveis - a rolha desempenha um papel limitado. Neste caso, começam a ser usados materiais alternativos: rolhas de cortiça conglomerada ou de plástico, com bons resultados. Para os vinhos longevos, destinados à guarda, a rolha de cortiça ainda não tem substituto à altura. Temos produtos diferentes, com utilidades específicas. 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Garrafas

Durante muito tempo, devido ao custo de produção e a fragilidade, o vidro esteve apenas ao alcance das classes mais altas da sociedade.  

Foi somente no sec. XVII que o uso das garrafas espalhou-se pela Europa. No sec. XIX apareceram as garrafas com formatos que caracterizavam a região de origem, como a garrafa flauta típica da região do Reno, as garrafas fiasco revestidas em palha de Chianti assim como as garrafas da Borgonha, Bordeaux, Champanhe entre outras.

Algumas engarrafadoras chegaram a desenvolver garrafas com design diferenciado para seus vinhos, procurando uma forma de diferenciá-los dos demais nas prateleiras nas lojas. Uma vez que os vinhos de mesa são normalmente engarrafados em formas estandardizadas por motivos econômicos.

Hoje, além de garrafas de design exclusivo também são encontradas opções de tamanhos diferenciados. Os volumes mais tradicionais são 375ml (1/2 garrafa) e 750ml. Mas são os maiores que acabam chamando mais atenção e são difíceis de resistir quando se pensa em comprar um vinho de guarda ou num presente de impacto.

Curiosidade - todas as garrafas maiores tem nomes bíblicos, são elas:

- Jeroboam – 3 litros, correspondente a 4 garrafas de 750ml
- Matusalém - 6 litros, correspondente a 8 garrafas de 750ml
- Salmanazar – 9 litros, correspondente a 12 garrafas de 750ml
- Baltazar – 12 litros, correspondente a 16 garrafas de 750ml
- Nabucodonosor – 15 litros, correspondente a 20 garrafas de 750ml

Para aqueles que não resistem a uma garrafa diferente, siga o link: http://loja.casadovinho.com.br/departamento/194/tamanhos-especiais



sábado, 27 de maio de 2017

Os vinhos do casamento

Vocês se conheceram, namoraram e vão se casar em breve com a intenção de viverem juntos pelo resto de suas vidas.

Quando chega o grande dia o buffet está incrível, os noivos emocionados e o vinho... bem, o vinho foi aquela parte menosprezada na festa, escolhido pelo preço baixo e que vai dar a maior dor de cabeça no dia seguinte.

Esse não é um cenário muito bom para se guardar na memória!

Para que não haja erro na escolha do vinho, é importante prestar atenção em algumas coisas:

- O vinho é tão importante quanto a comida.
Não importa se vai haver outras bebidas, se "só meu pai, meus tios e minha prima" bebem vinho. Uma escolha ruim pode deixar a comida ruim também. Quando o vinho é bom mais pessoas bebem, gostam da festa e carregam lembranças boas do seu casamento.

- O vinho precisa estar à altura do buffet.
Se o seu buffet é simples, regional ou sofisticado não importa. O vinho precisa estar à altura dele. Comidas mais simples pedem vinhos mais simples e as sofisticadas, vinhos mais sofisticados.

- O vinho não precisa harmonizar com cada prato servido.
Normalmente há bastante variedade de comidas em um buffet de casamento. Vai ser bastante difícil encontrar um vinho que harmonize com tudo. Se puder, tenha dois rótulos, se não puder, harmonize com o prato que será o mais consumido (a carne principal, por exemplo) ou ofereça apenas espumante, que refresca, é sinônimo de festa e não vai brigar com a comida.

- Quando pensar no menu, pense no vinho junto.
Consulte um sommelier para te orientar em relação ao cardápio. Ele pode dar dicas preciosas.

- Não sirva espumante ou champagne apenas para o "brinde dos noivos".
A festa é dos noivos, mas todos estão ali para comemorar junto, certo?

- Não sirva muitos tipos de vinhos.
O ideal é apenas um espumante para ser bebido o tempo todo e um tinto (ou branco) para a comida. Em um casamento o serviço de vinhos sempre sai prejudicado e e impossível saber em qual taça de quem está qual vinho. Evite fazer "assemblages" inadvertidos...

- Não pense apenas no preço.
Pense em custo-benefício: compre o melhor em qualidade pelo melhor preço. Entenda o limiar entre qualidade e preço e não se engane; vinhos muito baratos não tem qualidade.

- Não pense apenas no seu gosto pessoal.
Se os noivos não bebem vinho branco não significa que isso tenha que valer para todos os convidados. Você escolheu o menu pensando em todos os gostos dos seus convidados, correto? Então porque com o vinho é diferente?

- Compre o vinho em uma loja de confiança.
E não apenas para o seu casamento, essa é uma regra para levar para a vida.

- Use o sommelier.
Ele é o profissional do vinho e está acostumado com esse tipo de evento que para você acontecerá apenas uma vez.


Na Casa do Vinho temos uma sommelière e gastróloga disponível para te orientar na melhor compra. E você nem precisa sair de casa para falar com ela. Entre na loja virtual e bata um papo sobre o seu casamento.





quarta-feira, 17 de maio de 2017

Samurai Gourmet

por Gilmara Vesolli, gastróloga e sommelière da Casa do Vinho Famiglia Martini


Na fase em que o Brasil passou por uma ascensão econômica foi possível observar o fenômeno da Pirâmide de Maslow* a olhos vistos.

Uma vez que abandonemos (ainda que não muito) as preocupações básicas de subsistência, passamos a gastar mais tempo - e dinheiro - com coisas menos essenciais, entre elas, a Gastronomia.

Já há alguns anos que é possível encontrar em cada esquina um restaurante com comida mais bem preparada ou "gourmet", food truck gourmet, coxinha gourmet, churros goumet, pastel gourmet, uma infinidade de congelados gourmet, sorvete gourmet, cachorro quente gourmet, empada gourmet.

Cansou de ouvir essa palavra? Pois é. É o "raio gourmetizador" que caiu e deixou benefícios e malefícios.

A explosão dos cursos superiores ou de formação profissional na área da gastronomia formou centenas de pessoas que saíram das escolas cheias de energia e vontade de inovar e transformar. E a cozinha profissional sem dúvida ganhou muito com isso.

A perda foi em relação aos preços já que tudo o que o raio gourmetizador toca passa a valer pelo menos o dobro do preço. E também perdeu-se o prazer da simplicidade, as inocentes, românticas e deliciosas lembranças da infância, de quando um pacotinho de suco artificial congelado representava um prazer inigualável.

Tente comprar um chupchup (sacolé, geladinho ou outro sinônimo da sua região) hoje em dia e inevitavelmente você vai se deparar com a gourmetização: o mesmo pacotinho da infância, mas dentro dele, suco de limão siciliano, chá verde com frutas vermelhas ou frutas orgânicas colhidas por gêmeas siamesas. Moedinhas já não o pagam e o sabor da lembrança já não é mais o mesmo.

Nem tudo o que comemos precisa ser sofisticado, caro e super elaborado. A maior parte das boas lembranças ligadas à comida que eu ou você temos remete à comida do dia-a-dia. 

Comida gourmet pode atiçar os sentidos, fazer-nos viajar à um mundo cheio de sensações inimagináveis e extremamente saborosas. Mas ninguém deseja de verdade estar supersensível o tempo todo.

Um série japonesa criada pela Netflix traz uma experiência gastronômica atípica. Não se trata de uma superprodução relatando o dia-a-dia de chefs badalados ou cozinhas superdisputadas. 

É uma história simples a respeito de um recém aposentado que pela primeira vez na vida tem seu tempo livre de preocupações e resolve comer por prazer, seja onde for.

Um adjetivo basta para descrever os episódios curtos de cerca de 20 minutos: delicadeza. 

A série é feita para assistir e relembrar de seus próprios prazeres gastronômicos comuns, diretos e autênticos. Que quase sempre são os melhores. 




*https://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_de_necessidades_de_Maslow








segunda-feira, 8 de maio de 2017

Promoção de Inverno

Para algumas regiões do país o inverno já chegou. Para outras, o frio está agradável e iniciando. Mas para todo mundo, encher a adega agora é o melhor a fazer para se preparar para o frio.

Por isso lançamos uma super promoção de inverno. Você compra duas garrafas e leva uma terceira de presente. Não é demais?

O desconto é de 33%, então não perca! Alguns dos rótulos em promoção já acabaram, mas ainda temos muitos. Corra lá!

http://loja.casadovinho.com.br/departamento/321/promocao-de-inverno





quarta-feira, 3 de maio de 2017

Baco, o Deus do Vinho.

A história de Baco, ou Dionísio, o deus do vinho, é cheia de percalços, muito bacanal, muito... de tudo. Era de se esperar que o deus dos excessos e da luxúria tivesse uma história nada monótona.


          

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