Loja virtual

Leia também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrando postagens com marcador degustação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador degustação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de abril de 2014

Degustação Brites Aguiar, DFE e Velenosi

Recebemos no último sábado João Carvalho e Antônio Rosas, da Douro Family Estates, o grupo composto pelas vinícolas Brites Aguiar/Bafarela, Quinta do Soque, Quinta dos Poços e Quinta das Bajancas. 
Também recebemos Ulisse, o representante da vinícola Velenosi, da Itália.
Foi uma degustação com a nossa cara: informal, divertida e cheia de vinhos maravilhosos. Confira algumas fotos!


Famiglia Martini, Ulisse, João e Antônio

Armando Martini, Antônio, João e André



Coincidência?



Antônio, João, Luiza e Ulisse




Para ver todas as fotos curta nossa página no Facebook:


Para comprar os vinhos


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Para escolher seu vinho preferido - parte II

Tanicidade

Tanino: Característica de vinho tinto ainda muito incompreendida.
O tanino é freqüentemente confundido com nível de secura porque o tanino seca sua boca. Quais são os taninos dos vinhos? Tanino no vinho é a presença de compostos fenólicos que adicionam certo amargor. Estes compostos são encontrados nas cascas e sementes das uvas e também podem ser provenientes do carvalho usado no envelhecimento.
Qual o sabor do tanino? Imagine colocar um saco de chá preto usado na sua língua. Um saquinho de chá molhado é praticamente puro tanino, que é amargo e provoca sensação de secura. Tanino tem gostos herbáceos e é muitas vezes descrito como adstringente. Apesar todos esses descritores soarem muito negativos, tanino adiciona complexidade, estrutura e faz com que um vinho possa durar mais tempo.
Como será o gosto de um vinho de taninos agressivos?
    Sabor amargo na frente dentro de sua boca e no lado de sua língua.
    Tanino faz secar a sua língua.
    Depois de engolir você sentir uma sensação seca persistente na boca.

Geralmente vinhos mais jovens e sem barrica são mais tânicos, já que os taninos do carvalho são geralmente mais “doces”. Algumas uvas também tendem a ser mais tânicas como a Tannat, a Cabernet Sauvignon e a Syrah. 



Velenosi Breccialoro Rosso Piceno Superiore Doc – Região: Marche/Itália.  Uvas: Montepulciano e Sangiovese. Um dos vinhos Doc mais interessantes da Itália Central.  Estágio de 8 meses em barrica de carvalho. Cor: rubi com reflexos granada. Perfumes complexos com notas de baunilha. Potente, bom corpo. Sabor persistente, consistência carnosa da fruta, quente e harmônico. Ao mesmo tempo distinto e carismático. Boa guarda.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Para escolher seu vinho preferido - parte I

Compreendendo características como Acidez; Tanino; Doçura; Corpo; Fruta, você terá uma melhor chance de conseguir o que você gosta. Recentemente o foco tem sido na análise e avaliação de vinhos. Mas a melhor maneira de aprender sobre seu gosto é classificar os vinhos por seus traços fundamentais para escolher os de sua preferência. 

Acidez 

A acidez é freqüentemente confundida com o gosto de álcool mais acentuado. É comum vinhos provenientes de regiões ou safras mais frias terem maior acidez. Geralmente são muito gastronômicos e pedem pratos também com boa acidez. A acidez é fundamental para que o vinho não fique sem graça. É ela que dá vida ao vinho tinto e podemos dizer que é espinha dorsal dos vinhos brancos. Mas, se você preferir um vinho mais rico e macio, procure vinhos com um pouco menos de acidez.

Características de acidez acentuada:

    Sensação de formigamento concentrada na parte dianteira e nos lados de sua língua.
    Ao esfregar a língua no céu da boca a sensação é um pouco áspera.
    Sua boca fica molhada, como quando morde uma maçã. A acidez provoca salivação.

Vinhos brancos jovens e mais minerais têm a acidez mais viva e refrescante. Entre os vinhos tintos, algumas uvas são mais conhecidas por proporcionarem maior acidez aos vinhos como a Barbera e a Sangiovese.

Cá Bianca Barbera d’Asti Anté – Região: Piemonte/Itália. Uvas: 100% Barbera. Cor rubi profundo e brilhante. Aroma rico com toques de framboesa, cravo e baunilha. Vinho de acidez viva e refrescante. Carvalho levemente perfumado e algumas notas apimentadas. Clássico, fresco e equilibrado com estrutura e adorável carvalho. Harmoniza bem com antepastos italianos, massas de molho vermelho, tomates, presunto de Parma.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A Hora da Verdade


Nossos sentidos são muito sugestionados por informações externas. São os estímulos que nosso cérebro recebe e já começam a ser decodificados encima de informações já conhecidas. Por exemplo, quando você vê um copo de coca-cola você já imagina o gosto que vai sentir e acaba sendo um processo automático, sem surpresas.  Mas e se você não sabe o que vai beber? Todos os sentidos serão explorados, o olfato, a visão e o paladar.
No caso dos vinhos, é um exercício de memória, atenção e muitas associações. Desvendar os mistérios do líquido que se encontra em sua taça pode ser um grande prazer, mas também uma prova de humildade. A avaliação será feita, exclusivamente, através dos seus sentidos e, é nessas horas que percebemos que nem sempre o mais caro ou mais famoso é o que mais gostamos. O gosto é muito pessoal, cada um tem suas preferências e não necessariamente são as mesmas das revistas ou experts. Resultados de degustações às cegas são sempre polêmicos e não é raro vinhos caros ficarem atrás de vinhos mais “comuns”. Experiências já foram feitas para mostrar o tamanho da influência das informações que recebemos. Vinhos brancos com corante vermelho sem cheiro e sabor confundem profissionais que ficam sugestionados em avaliá-los como se fossem tintos. Um mesmo vinho colocado em garrafas de preços diferentes também. O vinho na garrafa de um grand cru vai facilmente receber uma avaliação muito mais positiva e cheia de elogios que o pobre vinho de mesa.
É com essa filosofia que a Famiglia Martini trabalha na Casa do Vinho. A seleção de seus vinhos é sempre pensando no precioso néctar que ali se encontra e não se prende a rótulos e marcas, principalmente aquelas que são resultado de grandes investimentos em marketing. Nossos vinhos são sempre degustados e avaliados em sua essência e por sua qualidade. Muitas vezes temos uma grata surpresa de ver que vinhos por nós “garimpados” há tempos hoje figuram em matérias de revistas e jornais internacionais com premiações em concursos. Mas, nunca deixamos de lado os pequenos produtores, que fazem seus vinhos com imensa dedicação, muitas vezes de forma ainda artesanal. São verdadeiras jóias que tem lugar garantido em nossas prateleiras. É com essa confiança que nossas degustações são feitas às cegas. Além disso, este tipo de prova nos força a tentar identificar os vinhos de alguma maneira. De onde será? Qual a uva? E a safra? Acaba sendo também muito divertido!
Por isso, explore mais seus sentidos e procure a qualidade acima de qualquer rótulo, você pode ter o mesmo prazer gastando muito menos!

Para impressionar na degustação às cegas:


Velenosi Brecciarolo Gold Rosso Piceno Superiore DOC 2007 
Região: Marche/Itália. Afinamento em barricas de carvalho por 24 meses. Uvas: Montepulciano e Sangiovese. Cor: Vermelho rubi com reflexos granada. Bouquet: Intenso com toques de baunilha e frutas vermelhas. Aromas: Palpitantes notas de groselha, alcaçuz, tabaco, canela e noz-moscada. Na boca, seu sabor persistente, quente e cheio de corpo, faz este vinho marcante e harmônico ao mesmo tempo. Gambero Rosso: 2 Bicchieri Rossi

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vinhos Sud de France

Em comemoração ao Ano da França no Brasil, a Casa do Vinho realizou, no último sábado, uma degustação de vinhos da região do Languedoc, para 40 clientes e amantes dos vinhos da região. O evento faz parte do Festival Sud de France, que está sendo realizado também em São Paulo e Rio de Janeiro, e contou com a presença do francês Laurent Mingaud, proprietário da vinícola Sieur d'Arques, que explicou todas as características da região e orientou a degustação, e de Rogério Rebouças, organizador do Festival.

Na foto, Rogério, Laurent, e, da Casa do Vinho, André e Luiza Martini


Os vinhos degustados foram os brancos Sieur d’Arques Limoux 2006, Clocher de Gardie Jacques Siré 2007, Château Camplazens Viognier 2006, os tintos Sieur d’Arques Limoux 2006 e Mas du Soleilla Petit Mars 2006, e o vinho de sobremesa Muscat de Saint Jean de Minervois. A degustação foi harmonizada com uma brandade de bacalhau e um cassoulet, dois pratos típicos da região do Languedoc, preparados pelo chef Gabriel Carvalho, do Sapore D'Italia.


Sieur d’Arques Limoux – 2006 (branco) - Região: Limoux/ Terroir mediterrâneo/ França. Uvas: 100% Chardonnay. Grande prazer em descobrir na boca a persistência deste vinho que harmoniza perfeitamente um ataque amplo, vivo e macio. Cor amarelo pálido com reflexos esverdeados; bouquet intenso e complexo de flores brancas, especiarias e baunilha. Na boca é concentrada com boa estrutura. Servir com carnes brancas e bons queijos. Medalha de Ouro - Paris 2008.

Clocher de Gardie Jacques Siré – Toques et Clochers 2007 – Região: Limoux / Terroir mediterrâneo / França. Uvas: Chardonnay. Vinho em barrica da excelente safra 2007 disputado através de leilão. Vinhas velhas, com baixo rendimento, dão origem a um vinho muito especial. Aromático, caracteriza-se pelas frutas maduras, riqueza de sabores, com bom corpo e untuosidade na boca. Encorpado, longevo, pode ser guardado por mais de 8 anos. Vinho “cult”, disputado por consumidores e colecionadores

Château Camplazens Viognier 2006 – Região: Languedoc /França – Uva: 100%Viognier Colheita selecionada com menos de 1 tonelada por acre. Fermentação em tonel de carvalho com estágio de 6 meses Na boca é redondo, com sabor de abacaxi e violeta, presente mineralidade Um branco com charme e caráter.

Sieur d’Arques Limoux 2006 (tinto) - Região: Limoux/Terroir mediterrâneo/França. Uvas: 50% Merlot, 20% Syrah, 20% Cabernet Sauvignon e 10% Grenache. Maturação por 12 meses em barricas de carvalho. Intenso, com cor púrpura escura magnífica. Nariz complexo com notas de geléia de frutos escuros, especiarias doces e trufas. Na boca é elegante, com taninos equilibrados. Servir com carnes vermelhas e de caça. Medalha de Prata - Paris 2008.

Mas du Soleilla Petit Mars 2006 - Uvas: Syrah, Granche Noir e Mourvedre. Bela cor. Aromas de frutas vermelhas escuras, assim como a essência de garrigue. Encorpado e bem estruturado, com grande potencial de envelhecimento, beber agora até 2014. Wine Spectator: 91 pts: “Mastigável, denso, potente e bem elaborado. Sabor de Kirsch, ameixa preta, cereja vermelha e especiarias picantes com intensas notas minerais no final”.

Muscat de Saint Jean de Minervois, já apresentado aqui no blog anteriormente, quando ganhou Medalha de Ouro no Muscat du Monde.

Na foto ficou faltando apenas o Camplazens

sábado, 12 de setembro de 2009

Olhe, cheire e sinta

A revista Prazeres da Mesa publicou uma matéria entitulada "Olhe, cheire e sinta", do Manuel Luz, também sobre degustação de vinhos. São conceitos já trabalhados aqui no blog, com outro tipo de abordagem e também com novas informações. Vale a pena ler!

Um trecho:
"Na essência, degustar um vinho é prestar atenção nas mensagens enviadas por meio de sua cor, de seus aromas e de seu sabor. Procure anotar o nome do vinho, a safra e a região de origem, o preço etc. Com isso, o leitor formará um banco de dados, além de ser um bom aliado no caso de a memória falhar. Reunir-se com amigos e criar uma confraria com temas mensais também valem. Assim, dá para comprar vinhos melhores e ratear entre os confrades. São três as etapas da degustação: visual, olfativo e gustativo."

(Clique aqui para ler)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O ritual da degustação

Como prometido há dois dias, hoje falaremos sobre as etapas de uma degustação de vinhos. O mais importante de tudo que vamos falar é que essas atividades são um treinamento para os nossos sentidos e, quanto mais estimulados, mais entendimento do vinho você terá.

Envolve quatro atividades:
- Observação – usando os sentidos para perceber, identificar e mesurar os estímulos.
- Descrição – usar seu vocabulário para revelar as características do vinho.
- Comparação – comparar com vinhos de tipo semelhante usando como referência.
- Avaliação – Sintetizar todas as informações para julgar a qualidade do vinho.

Pode-se imaginar que os experts têm sentidos mais apurados, mas, na realidade, não tem. Nós nascemos com um número fixo de papilas gustativas e receptores sensitivos e é impossível multiplica-los. Poucos são super dotados – supertasters.

Você pode desenvolver a habilidade de decodificar as mensagens gustativas, aprendendo como seus sentidos trabalham e prestando atenção neles durante uma degustação. Além disso, um expert deve desenvolver uma metodologia, um vocabulário e um trabalho para avaliar, descrever e categorizar o vinho.

Vejamos como estes conhecimentos são aplicados na prática:
Ver um expert provando uma série de vinhos é instigante – Levanta a taça, inclina e olha. Gira e cheira. Prova (pequeno gole) e aspira (fazendo um ruído shiii...). Pausa. Cospe. Cheira, prova e cospe de novo. Anota informações da degustação e repete com o próximo vinho.

Quando você examina dois vinhos, também necessita comparar suas características: cor, corpo, final etc. A repetição das etapas ajuda a colecionar dados de cada vinho. Se você vê um especialista degustando, notará:
- quatro sentidos são usados: visão, olfato, gosto e tato. A metodologia do expert utiliza os sentidos ao ver, cheirar, provar (gole) e resumir a experiência além de seu cérebro.
- gira-se muito o vinho na taça pois seus aromas estão presos no líquido, dificultando sua percepção. Ao girar o vinho, você está ampliando a superfície e propiciando maior evaporação do álcool. A evaporação expande os aromas no ar onde seu nariz pode capta-los. Como os aromas representam 75% do caráter e da qualidade de um vinho, aprimorar seu olfato é essencial.
- São dois os objetivos para girar e movimentar o vinho na sua boca Primeiro, leva o vinho ao contato com as papilas gustativas que estão dispersas em sua língua, seu palato e sua garganta. Segundo, movimentar o vinho em sua boca é semelhante a girar o vinho na taça, a evaporação leva os aromas à passagem nasal que conecta seu nariz com a boca. Os sentidos colhidos através da boca são sabores e os que entram na passagem retronasal são aromas. Assim você pode qualificar como “cheirar” o vinho quando está em sua boca.
- o expert cospe o vinho. Assim mantém o cérebro livre do “fogo” de forma a apreciar com mais propriedade. Você pode praticar cuspindo na pia da cozinha.
- há uma pausa depois da primeira prova em torno de 15 segundos ou algumas respiradas, dando tempo para se formar uma imagem do vinho degustado. Também ajuda a relembrar. Imagine esta etapa como uma “gestalt”.
- Não se escreve nada depois do primeiro gole. Seu cérebro depois da cheirar e provar está sintonizado na área sensorial. Logo que você começa a verbalizar suas impressões, seu cérebro troca a sintonia para a área intelectual, dificultando detectar os estímulos adicionais.
- Não se fala, pois os comentários podem influenciar percepções. Quando um companheiro descreve um vinho como tânico antes de você formar sua opinião, estará mais inclinado a experimentar o vinho como tânico.

O que pode parecer complexo e complicado para a maioria nada mais é do que uma metodologia para conhecer profundamente o vinho que está sendo degustado. É o treinamento, a disciplina e a frequência que irão ajudar o amante do vinho ou o expert. Como dissemos anteriormente, o prazer em beber o vinho tem que estar sempre em primeiro lugar!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Prazer em primeiro lugar


Já falamos sobre harmonização, mas não poderíamos deixar de falar sobre a degustação do vinho. Antes de começarmos a entrar a fundo no assunto, é preciso lembrar que, antes de tudo, é preciso ter prazer em beber vinho.

Pode-se viver informalmente ou mergulhar fundo no que desperta maior prazer. Se você tem um interesse especial por um determinado esporte, você vibra a cada lance. O mesmo acontece em diversas atividades - pode-se cozinhar, tocar um instrumento, cuidar de plantas. As coisas que você gosta não precisam ser vitais, mas elas fazem a vida mais rica. Aí que o prazer está envolvido e é dessa forma que o amante do vinho aprende a degustar.

Há três diferentes abordagens para provar um vinho:
Primeira: puro prazer – Você encontra um vinho que gosta e compartilha com boa companhia e uma deliciosa comida. É prazer e divertimento.
Segunda: expert (enólogo) – Você examina o vinho. Identifica, descreve e avalia suas características e as relaciona com suas origens. Isto é ciência e exige muito trabalho, esforço e anos de estudo.
Terceira: connoisseur (enófilo) – Você se interessa pelo vinho pelos dois motivos: prazer e conhecimento. Não é mais fácil que a abordagem do expert, mas não conduz à esnobação ou à pretensão. Ela envolve verdadeira apreciação. Você treina seu palato e seu cérebro enquanto se delicia com cada pequeno gole.

Alguns dos grandes prazeres acontecem a partir de suas conexões:
- conexões com pessoas: Preste atenção em como as pessoas que gostam de vinho e comida são entusiasmadas! Como realmente eles se deliciam compartilhando uma “grande” garrafa ou um “belo” prato. Muitas amizades evoluem ou se aprofundam nas degustações.
- conexões com comida: comida e vinho têm tudo a ver. Depois de uma viagem pelas estradas tortuosas da Toscana, alguns amigos e eu fomos a um restaurante em Monterregione que não conhecíamos. A pasta feita em casa, amarelada por gemas, perfumada com ervas. O cordeiro de dar água na boca. E, os Supertoscanos, os Rosso e Brunello de Montalcino!
- conexão com os vinhedos: Quase sempre os vinhedos são localizados em belas áreas e é uma diversão visitá-los. Aliás, hoje, um grande nicho turístico. Você pode ter experiências fantásticas e saborear memoráveis vinhos.
- conexões com a história: Vintages relembram acontecimentos distantes: casamentos, nascimento de filho, mesmo guerra. A história do Brunello.

Em breve, falaremos aqui no blog as etapas da degustação do vinho e qual metodologia para avaliar cada rótulo.

sábado, 4 de julho de 2009

Fotos da Vinhofest

O Vinhofest 2009 chega ao fim hoje. Ontem o evento ficou lotado e nosso estande foi um dos mais concorridos.

Fizemos uma brincadeira com os convidados, onde abrimos uma garrafa para degustação às cegas. Cada um poderia provar o vinho apenas uma vez e tinha que advinhar o maior número de informações (uva, país, ano etc.). Quem fizesse maior número de pontos ganhava uma garrafa do vinho. Foi sucesso total!

Hoje estamos inaugurando nosso canal no Flickr, com as fotos do estande da Casa do Vinho no evento: http://www.flickr.com/photos/casadovinho.

Abaixo uma das fotos para verem como estava lotado!


Quem ainda não foi em nenhum dia da Vinhofest, não deixem de ir e de nos visitar!